Este case sintetiza a análise de cenário digital conduzida para uma personalidade pública, a partir de menções coletadas entre julho e outubro de 2025
1. O desafio
- Alta rejeição identificada em pesquisa.
- Orçamento limitado para pesquisa qualitativa.
- Necessidade de entender narrativas, comparar com concorrentes e identificar ações imediatas.
2. Nossa atuação
- Análise de cenário digital em múltiplas redes.
- Metodologia própria de analytics e leitura qualitativa.
- SWOT narrativa e diagnóstico de percepção.
- Plano de ação com prioridades táticas.
3. Descobertas-chave
- Visibilidade é ativo, mas reativa.
- Episódios simbólicos mantêm rejeição.
- Temas técnicos (ESG, agro e economia) sustentam autoridade.
- Reações coordenadas amplificam negatividade.
- Diversidade temática é diferencial, se bem canalizada.
4. Movimentos estratégicos
- Reposicionar a narrativa – resultados, diálogo e estabilidade.
- Ativar redes e influenciadores – aliados técnicos e regionais.
- Fortalecer credibilidade pública – mais imprensa, menos reatividade.
5. Impacto
- Clareza sobre causas da rejeição.
- Caminho concreto para reposicionar imagem.
- Base narrativa pronta para integrar à estratégia.
- Protocolos para lidar com ondas de reatividade.
O Código Oculto da Reputação Digital
Uma análise que ajuda equipes de RP a entender ataques coordenados, mapear influenciadores e blindar reputações.
A leitura qualitativa revelou que a liderança política analisada é impactada por três vetores centrais de negatividade: polarização ideológica, reativação de episódios simbólicos do passado e reações a postagens próprias em temas sensíveis. Esses fatores funcionam como gatilhos para ondas de crítica e amplificação coordenada, especialmente por perfis alinhados a grupos opositores.
O monitoramento mostra que episódios antigos continuam sendo mobilizados como marcadores de desconfiança, funcionando como âncoras narrativas que moldam a percepção pública. Ao mesmo tempo, a atuação proativa da liderança em pautas relevantes mantém sua visibilidade elevada, porém frequentemente atravessada por ciclos de reatividade.
Esse cenário evidencia um ponto crítico para a estratégia: existe alto volume de atenção, mas nem sempre direcionado para construção de autoridade. O desafio é transformar essa visibilidade em narrativa legítima, coerente e favorável, reduzindo vulnerabilidades e ampliando o espaço de reconhecimento.
O que estes dados revelam vai além do que qualquer percepção subjetiva alcança. Ao identificar padrões ocultos — quem pauta, quem amplifica e como narrativas ganham força — acessamos uma camada da reputação que não aparece no monitoramento tradicional.
É aí que este estudo se torna valioso para equipes de RP: ele transforma ruído em lógica e volume em significado, permitindo decisões mais precisas e estratégias baseadas em evidências.
Essa é a vantagem competitiva: não é só informação. É inteligência.
No próximo slide, você verá como esse tipo de leitura se converte em valor direto para desafios reais de relações públicas.
Desafios Reais
Quando o "feeling" não basta: histórias reais que viram risco sem inteligência de dados
Essas situações acontecem todos os dias em equipes de RP, comunicação e gestão de reputação. Sem inteligência baseada em dados, você opera com fragmentos e cada decisão se torna um risco. Com estudos como este, você deixa de reagir ao caos e passa a orientar o cliente com evidência, precisão e autoridade.
1) A narrativa negativa cresce — e ninguém sabe quem está por trás
O monitoramento mostra volume, mas não explica quem está impulsionando o ataque, como começou ou qual rede está amplificando. O que o estudo revela: padrões de coordenação, influenciadores-chave, origem e dinâmicas de amplificação. Sem isso: você reage com menos precisão e tem menos elementos para orientar o cliente com segurança.
2) "Tudo é urgente" e o cliente quer priorização
O cliente — político, marca ou liderança — pede: "O que devemos falar agora? Qual tema tem risco? O que eu deixo de lado?". O que o estudo revela: quais temas realmente movem a percepção, quais drenam reputação e quais geram oportunidade. Sem isso: vira executor tático; não consultor estratégico. Fica refém da pauta do cliente em vez de liderar.
3) A rejeição aumenta e o cliente exige respostas imediatas
O cliente liga perguntando: "por que isso está acontecendo agora?" A equipe vê menções negativas, mas sem clareza sobre causas. O que o estudo revela: vetores ocultos de rejeição, episódios simbólicos sendo reativados e temas que puxam a negatividade. Sem isso: fica sem narrativa para apresentar ao cliente — e sem confiança para recomendar o caminho.
Parceria
Como essa parceria fortalece sua agência
Seus clientes já exigem inteligência que vai além de monitoramento e conteúdo.
Quando pedem análises profundas — de narrativa, rede, clusters, percepção ou risco — a equipe nem sempre tem braço, tempo ou especialização para entregar. É aqui que entro como seu parceiro técnico.
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